Webcopy – A arte de (BEM) escrever para a web | Parte 2

Copywriting

Na 1ª Parte deste artigo falámos do conceito de Copywriting e dos traços gerais dos utilizadores da Web.

Falámos, igualmente, de duas técnicas que nos podem ajudar a tirar mais frutos do nosso esforço de produção de conteúdo:

1. Escrever para o utilizador
2. Ajudar os utilizadores a encontrar a informação e forma fácil

 

Neste artigo, vamos passar em revista mais algumas técnicas e boas práticas que devemos ter em conta, quando escrevemos para a Web. Vejamos quais.

 

Boas práticas de Webcopy (cont.)

 

3. Colocar a ideia principal em evidência

Devemos tornar imediatamente acessível a informação que o utilizador procura, tendo em conta a fórmula AIDA, que se traduz na seguinte pirâmide invertida.

Piramide invertida AIDA

Mas, como podemos aplicar esta fórmula quando escrevemos um artigo para um blog, por exemplo?

Atenção: Podemos captar a atenção do nosso público com um título poderoso. Algo que suscite a sua curiosidade. Interesse: Para manter o interesse, uma pequena história ou o uso de metáforas, funcionam muito bem. Não tem de ser nada muito elaborado, mas algo que envolva o público, facilite a compreensão/memorização da mensagem e sirva de gancho. Desejo: Podemos, por exemplo, desenhar o futuro. As pessoas são curiosas por natureza. Ação: Devemos deixar muito claro o que pretendemos que os nossos leitores façam e facilitar essa tarefa, por exemplo através de botões bem visíveis e CTA – Call to action (por exemplo faça download, subscreva…)

 4. Fomentar a interatividade

Devemos permitir que o utilizador acrescente informação, faça comentários, goste ou não goste, partilhe com os seus contactos, entre outros.

 5. Não escrever para motores de busca

Há algum tempo atrás, encher os nossos artigos de Keywords, ajudaria bastante na atração de visitantes para o nosso blog.

Desde então, os motores de busca evoluíram muito e o foco tem de estar no valor que o conteúdo tem para os leitores.

Claro que algumas Keywords, estrategicamente colocadas no título ou subtítulos, facilitam a indexação aos motores de busca, mas isso não deve pôr em causa o propósito do conteúdo e os interesses do público.

6. Usar “ Marketing Magnets”

Trata-se de usar palavras que destacam, os benefícios do produto, serviço ou ideia que apresentamos. Traduzem algo muito específico para quem as ouve e é ai que reside o seu poder para influenciar uma determinada ação.

São palavras muito eficazes, que “reclamam” respostas fortes dos leitores, cada uma à sua maneira, nomeadamente: Novo; Exclusivo, Rápido, Garantido.

7. Rever o conteúdo

Antes de publicado, todo o conteúdo tem de ser revisto, preferencialmente por outra pessoa.

Quando a produção e revisão são feitas pela mesma pessoa, a revisão não deve ser feita no mesmo dia em que escrevemos.

Erros ortográficos e gramaticais não são aceitáveis!

No entanto, frases fragmentadas funcionam bem. Frases gramaticalmente muito corretas – com sujeito, verbo, complementos e afins – podem ser de difícil leitura.

Reforçamos a ideia de que a estrutura e regras gramaticais são muito importantes! Uma frase fragmentada traduz-se apenas numa frase “cortada”. Não inclui todos os elementos próprios de uma frase – e é por isso que funciona. Destaca-se. Chama a atenção.

8. Manter o conteúdo sempre atual

Plataformas web não são catálogos estáticos. Pressupõe-se que o que está online é atual.

 

 

Em jeito de conclusão, podemos dizer que as marcas devem criar conteúdo relevante e colaborativo.

Note-se que, depois de publicarmos o conteúdo, o trabalho não acaba!

As várias plataformas de gestão de conteúdo, fornecem um conjunto alargado de dados que devemos acompanhar. É fundamental analisar os resultados, pois só assim saberemos se o nosso objetivo foi atingido e em que medida podemos melhorar.

Preparado? Mãos à obra!

 

Por Teresa Secco | 18 Jan 2018

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