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Quando Olhamos o Outro e nos Permitimos Conhecer…isso é?…Day-Off…

day-off nas empresas

“Encontro de dois.
Olho no olho.
Cara a cara.
E quando estiveres perto
eu arrancarei
os seus olhos
e os colocarei no lugar dos meus.
E tu arrancara
os meus olhos
e os colocara no lugar dos teus.
Então, eu te olharei com teus olhos
e tu me olharas com os meus.”

Jacob Levy Moreno

Quando Olhamos o Outro e nos Permitimos Conhecer…isso é?…Day-Off…

Quantos são os colegas que contigo trabalham e tu não conheces?…

Quantos são os colegas que contigo trabalham e que não te conhecem?…

Quantas são as horas que tu passas com pessoas que tu não conheces?….

Quantos são os momentos em que não olhas nos olhos de quem está ao teu lado?…

Quantos são os momentos que quem está ao teu lado não te olha nos olhos?…

Já pensaste que passas mais horas com desconhecidos do que com pessoas que conheces?…

Já pensaste que se passas a maior parte do tempo com desconhecidos é porque também não te queres dar a conhecer?

Já pensaste que seria muito mais fácil trabalhar com Pessoas que não são desconhecidas….

Imagina que… só trabalhavas com Pessoas que te compreendessem…

Sim, isso é possível :)… Vou partilhar convosco a história do Manuel – o Comercial carismático da empresa “Ao serviço” e da Maria responsável pelo seu departamento Financeiro.

A Maria trabalha, há mais de 20 anos, na empresa “Ao serviço”, desde sempre no departamento financeiro. A Maria cresceu de mão dada com o departamento, conhece cada canto, cada pasta, cada planta, cada cadeira…e conhece a empresa melhor do que ninguém…através dos números J.

O Manuel trabalha, há mais de 20 anos, na empresa “Ao serviço”, desde sempre no departamento comercial. O Manuel cresceu de mão dada com o departamento, conhece cada cliente, cada empresa do cliente, cada estrada, cada produto…e conhece a empresa melhor do que ninguém…através dos seus clientes :).

A Maria e o Manuel trabalham na mesma empresa há 20 anos…Conhecem a empresa como ninguém…e não se conhecem…curioso no mínimo …

O António – novo Diretor Geral da empresa “Ao serviço”- conta já com mais de 20 anos de experiência a liderar equipas.

Rápido compreendeu que, para além da Maria e do Manuel que trabalhavam na mesma empresa há mais de 20 anos e não se conheciam, muitos eram os colaboradores que sofriam do mesmo síndrome – “Trabalhar com desconhecidos”. Havia uma questão que não sai da cabeça do Antonio:

E se…as pessoas se conhecessem quais seriam os seus resultados?

E se…as pessoas se permitissem conhecer como seria facilitada a sua tarefa no dia a dia na empresa…

E se…melhor o pensou, melhor o fez. 🙂

Dia 13 de Junho – Day-Off na empresa “Ao Serviço” sob o Lema:

Ao Serviço, Em Serviço, Pelo Serviço

 

As indicações foram as de que seria um dia diferente, cuja intenção seria cada um se conhecer, através do conhecimento do seu colega….”cena estranha”, comentaram alguns :). No entanto, decidiram dar o benefício da dúvida ao António. Comentavam, entre eles, que era um “tipo fixe”, pois não havia um único dia, desde que entrou na empresa, que não os cumprimentasse e perguntasse como se sentiam…

Pelas 8.30 h da manhã, do dia 13 de Junho de 2018, estavam todos em traje desportivo, frente à empresa “Ao Serviço”. Reinava um clima de boa disposição e alegria.

Passavam 5 min. das 8.30h quando chegam os autocarros, que os iam levar para uma aventura inesquecível…e assim foi… no autocarro senti-os como crianças que vão ao seu passeio escolar e que estão a ver mundo pela primeira vez…que sensação gratificante…ainda me recordo dos seus sorrisos das suas gargalhadas e dos seus olhares comprometida mente encantadoresJ.

Rapidamente chegamos ao Park Aventura, onde havia vários jogos e várias atividades onde participar. Rapidamente foram divididos em equipas para dar início à aventura…

e…adivinhem em que equipa eu fiquei?…sim…adivinhem…ainda se lembram da Maria e do Manuel?…pois eu fiquem nessa equipa :).

Vou-me lembrar para sempre o que vivenciei nesse dia, ao observá-los e a ouvi-los…sinto como se fosse hoje o Cheiro a rosmaninho e a salva, a leve brisa que se sentia e que fazia com que os cabelos esvoaçassem…

Num jogo chamado “Equilíbrio”, realizado a pares, a Maria e o Manuel tinham de atravessar uma ponte suspensa com uma tangerina entre testas. Nesse jogo era fundamental a confiança. O Manuel e a Maria ajeitam a tangerina entre as suas testas por segundos, olham nos olhos um do outro e permitem-se olhar e o Manuel diz para a Maria…

– Maria, que olhos lindos tu tens, Mulher :)…Há mais de 20 anos que trabalhamos juntos e só hoje me apercebi que os teus olhos são verdes e são liinnddoss :)…

– Manuel, obrigada, (e na sua sensibilidade feminina), então olha me nos olhos como se fosse a primeira vez e deixa-te conduzir por mim…

E não é que não trocaram mais nenhuma palavra durante o decorrer desse jogo e foram os primeiros a terminar sem deixar cair a tangerina…

Até então, a Maria não conhecia o Manuel e o Manuel não conhecia a Maria. A partir daquele momento, ficaram a conhecer mais de si do que nunca. Começaram a conversar e aperceberam-se que, apesar dos seus departamentos estarem interligados, não sabiam o que um e outro faziam…na cabeça do Manuel começaram a surgir questões:

1. Se eu não conheço a Maria, que é minha colega de trabalho há 20 anos, será que conheço os meus clientes?

2. Se a Maria, que trabalha comigo há mais de 20 anos, não me conhece, será que sou eu que não me deixo conhecer?…

3. Se eu não estou atento a quem está ao meu lado, em que outras áreas da minha vida eu também não presto atenção?…

Após a realização dos jogos e o almoço foi tempo para refletir e para cada um dos participantes partilhar o que mais lhe tocou. A partilha foi unânime…

Temos de sair da empresa para nos conhecermos uns aos outros, para podermos conversar sobre nós e sobre coisas de que gostamos e nos deixam felizes.

Muitos diziam, “gostei tanto de conhecer e conviver com quem falo ao telefone diariamente, com que me envia email e não lhe conhecia o rosto ao vivo e a cores”.

Para finalizar o António (fazia questão que o tratassem assim), novo na empresa, o Diretor Geral, finalizou dizendo:

– É preciso parar para poder olhar para quem está ao meu lado e através dele conhecer-me. Só assim consigo estar Ao Serviço, Em Serviço, Pelo Serviço. Acredito que o 1º passo está dado…e agora cabe a cada a cada um de nós continuar a caminhada. Da parte da Direção da “Ao Serviço” já temos um conjunto de medidas tomadas e que iremos colocar em prática para que a caminhada continue e que nos permita a todos usufruir de Resultados de Valor.

– “António és enorme”, dizia o Manuel, depois de ter agendado uma reunião com a Maria para conhecerem o trabalho um do outro. Falaram também em combinar um dia para que cada um pudesse acompanhar o trabalho um do outro.

Pequenas mudanças levam-nos a grandes resultados :), pensei eu, depois de os observar e ouvir.

A Gliimecode® ajuda as empresas na concretização de Resultados de Valor, através da consultoria nas áreas de Marketing & Vendas e Alto Desempenho. Uma das iniciativas que consideramos de Alto Desempenho é o Day-Off. Nestas circunstâncias, ajudamos a definir a intenção, a planear e organizar cada atividade a decorrer durante o dia e a acompanhar as equipas, como fizemos com o António da empresa “Ao Serviço”.

Observamos e Escutamos cada pormenor e elaborámos o plano de Ação para o 2º Semestre.

Neste momento estamos a trabalhar no Plano para 2019 e o que podemos dizer é que esta colaboração está a ter resultados de valor em 3 C’s:

1. Clareza na Intenção;

2. Congruência na Proposta;

3. Constância na Aplicação.

E já fizemos outro Day-Off no inico de Outubro :)…

E…Os resultados da empresa no mês de Setembro e Outubro foram os melhores de sempre….

Eu Sandra Costa & a Teresa Secco estamos disponíveis através dos emails sandra@gliimecode.com & teresa@gliimecode.com para reunir consigo e em conjunto, planearmos o 2019 com a intenção de termos Resultados de Valor.

15 Nov 2018

Mantenha-se por perto, conheça as novidades em primeira mão e tenha acesso a conteúdos exclusivos

Por Sandra Costa

Consultora e Coach, apaixonada por pessoas. Acredita profundamente que quem não nasceu para servir, não serve para viver, por isso coloca-se ao serviço dos outros.

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