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A Minha Web Summit

Como amante do digital, tive a oportunidade de ir pela segunda vez a uma das maiores conferências tech e de networking do mundo: a Web Summit. E escrevo no feminino porque folguei em ver (a olhómetro) um rácio de mulheres na Web Summit superior a 50%, muito por “culpa” da iniciativa Women in Tech, precisamente para combater o estigma de que há menos mulheres que homens na indústria da tecnologia e das startups. Uma boa iniciativa!

Em apresentações que tenho de fazer no âmbito profissional, coloco sempre a fasquia alta em como Portugal, num mundo global, é um anfitrião de luxo. Nos últimos anos: Euro 2004, Cimeira da NATO, Tratado de Lisboa, Final da UEFA Champions League, visita do Papa, Web Summit, entre muitos outros eventos e festivais.

A Web Summit é um evento importante para o país, pese embora todo o hype e fait divers em torno dele. O networking, a energia, a perceção positiva de Portugal no mundo na atração e retenção de jovens e talento (em que país na Europa há sol esplendoroso nesta altura do ano?), os negócios, as oportunidades, a criatividade, o sonho.

A cimeira esclareceu-me dois mitos.

Inteligência Artificial vai retirar empregos?

Ainda bem, esclareceu a humanóide Sophia, pois poderá ocupar-se dos trabalhos chatos e mecânicos e libertar a massa cinzenta humana para outras funções e para o work/life balance que o Ocidente tanto deseja… Ficaremos mais perto de ser uma sociedade de lazer.

O digital é desumano e afasta as pessoas?

Não me parece, pois bastou sacar a app da Web Summit para constatar que promove o contacto humano como nunca: organizar agenda do evento, marcar entrevistas com os oradores, sugerir inúmeras talks de acordo com as áreas de interesse e chat direto com os oradores e atendees do evento. Simples, intuitivo e humano.

Nota muito positiva também para os eventos Night Summit: os momentos onde se fazem os negócios, num ambiente mais descontraído. A Uber que o diga, pois tem a agradecer-lhes o “boost” que a levou a ser o unicórnio que é hoje.

[Guest post]

Autor convidado: João Moura      |      16 Nov 2017

Comissário da Polícia de Segurança Pública (PSP), 32 anos, lisboeta. Com tese de Mestrado na área da Comunicação e Imagem Institucional, a paixão pela comunicação e criatividade fizeram com que chegasse ao Gabinete de Imprensa e Relações Públicas da PSP em 2013. Com a missão de potenciar a imagem da instituição no digital, nas redes sociais, no áudio visual e nas parcerias com stakeholders e marketing público, bem como propondo estratégias de comunicação/presenças nos media para dar a conhecer o trabalho da PSP de forma criativa, diferente e disruptiva. Fã do digital, marketing e comunicação, considera-se um criativo e especialista em brand strategy. Orador TEDx e convidado para inúmeras conferências em universidades, entidades públicas e empresas.

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