fbpx

Competências essenciais – Ter ou Comprar?

Alguns entendidos dizem que estamos na era das redes – Redes digitais, Networking, Influencia. Outros dizem que estamos na terceira vaga. Eu diria que estamos na era do Agora.

 

Uma nova Era, para a qual talvez a maioria de nós não estava preparada. Considero por isso, que devemos, dentro da imprevisibilidade preparar-nos para a previsibilidade da mudança inevitável. Nessa forma efémera de vaguearmos no mundo laboral, é fundamental refletir sobre uma série de competências essenciais para sobreviver ao momento presente.

 

O pensamento crítico

Permite-nos opinar sobre as situações, ter a oportunidade de transformar, equacionar soluções criativas e disruptivas que por vezes censuramos e revelam-se a solução mais adequada.

Devemos estar sempre atentos a tudo o que nos rodeia, para estarmos preparados para as seguintes questões: qual a tua opinião sobre…, e se… estas respostas transportam-nos para a seguinte competência

 

A criatividade

Com a mudança a ultrapassar os limites da velocidade a que o código da vida determinou, temos de propor alternativas, criar atividades nunca antes propostas, sentir e experienciar são as contra ordenações que nos permitem fazer perdurar o efémero.

Queres resultados diferentes, faz as coisas de forma diferente.

 

A Inteligência Emocional

Permite-nos reconhecer os nossos sentimentos bem como o dos outros, o que nos dá a vantagem de podermos gerir as emoções e os relacionamentos de uma forma mais consciente.

Nesta nova era que vivemos, os relacionamentos iniciam muitas vezes de forma diferente, através das redes sociais, por exemplo. A relação laboral também acontece cada vez mais através do digital e nós temos de nos adaptar e gerir os relacionamentos para que sejam compensatórios para ambas as partes.

 

A capacidade para negociar

Torna-se fundamental hoje em dia.

Temos de ter em conta alguns princípios, saber quem somos, o que queremos, e o que estamos dispostos a abdicar, basicamente, qual o preço que estou disposto a pagar. No meu caso, nenhum preço é alto demais pelo facto de pertencer a mim próprio, este é o meu valor. Esta capacidade entronca na próxima.

 

A Capacidade de tomar decisões

Decidir é arriscar. Para arriscar não podemos ter medo de falhar. A decisão é tomada a maior parte das vezes em ambientes hostis e sem termos na nossa posse todos os dados.

Temos de ter a consciência que a melhor decisão é aquela que é tomada no tempo adequado e com os dados disponíveis. Não quer dizer que seja a mesma que tomaríamos com outros dados, noutra circunstância. È necessário não ter medo de arriscar e ter consciência que pode correr mal e estar preparado para assumir as consequências.

 

A resolução de questões complexas

Permite-nos analisar sob diferentes ângulos, testar as várias hipóteses, conversar com os vários intervenientes, acima de tudo trabalhar a flexibilidade cognitiva. Equacionar todas as hipóteses e não inviabilizar nenhuma delas. Esta competência está intimamente ligada com a competência seguinte.

 

O espirito de colaboração

Trata-se de compreender que o problema de um é o problema de todos. Só conseguimos resolver se todos estivermos em sintonia e interagirmos. O todo é muito mais que a soma das partes, são as partes integradas e afinadas.

 

A orientação para o cliente

Outra competência fundamental, é a orientação para o cliente. Quando a cultura de serviço da empresa passa a ser a minha cultura, o cliente está no centro de toda a estratégia. Sempre tive como máxima que quem não nasceu para servir, não serve para viver, por isso devemos colocar-nos ao serviço dos outros.

 

Gerir pessoas e relacionamentos

 The last but not the least, esta competência merece a nossa máxima atenção, porque as empresas têm na sua alma as pessoas, são feitas com pessoas e para pessoas.

Para conhecer o outro, qualquer que seja a minha função, tenho de me conhecer a mim, fazer a serial killer question – quem Sou Eu, não o que faço. Nós somos muito mais do que o que fazemos, será que me conheço? Conheço o outro? Tenho de estar mais atento, escutar mais, compreender mais, saber usar todos os sentidos.

 

Todas estas competências são inatas ou compramos, através de frequência de cursos, interação, iniciativas, entre outros. Eu diria que são herdadas, através de características genéticas e potenciadoras, adquiridas por socialização através da família, grupo de amigos, voluntariado, trabalho, desporto, entre outros. Podem também ser compradas quando fazemos formação de qualidade e, neste caso, todo o investimento é duradouro, não é efémero. Arrisco-me a dizer que a melhor forma de lidar com a efemeridade é eternizar o meu investimento na melhor Pessoa que eu conheço – eu próprio – por isso o Ideal é ter e comprar!

 

Por Sandra Costa | 16 Out 2017

Para receber materiais e ofertas exclusivas diretamente no seu email,

deixe-nos o seu contato

Também não gostamos de SPAM! O seu email está seguro com a Gliimecode. Conheça a nossa política de privacidade.

Não existem comentários neste momento

Comente este artigo

false